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Escolar-preto
Foto: Piscary

Escolar-preto

Ruvettus pretiosus · Gempylidae

  • Mar
  • Grandes pelágicos
  • Difícil
  • Tamanho

    150–300 cm

  • Peso

    20–64 kg

  • Profundidade

    100–975 m

Onde pescar

  • Costa rochosa
  • Alto-mar

Ícones dos ambientes: Flaticon

Grande peixe de águas profundas com corpo alongado e robusto, coberto de escamas em forma de gancho características, com uma carne notavelmente oleosa.

Calendário

Registrada em 24 países

África do Sul · Austrália · Brasil · Camarões · Chile · Costa do Marfim · Espanha · Estados Unidos · Gabão · Gana · Guiné · Guiné Equatorial · Guiné-Bissau · Japão · Libéria · México · Nigéria · Nova Zelândia · Portugal · Reino Unido · República do Congo · Senegal · Serra Leoa · Taiwan

Registros do GBIF, espécies nativas e introduzidas sem distinção.

Reconhecê-lo

A pele é muito áspera: as escamas se misturam a tubérculos ósseos espinhosos, o que dá ao tato uma superfície de lixa. Nenhum outro peixe do seu grupo apresenta isso.

Uma quilha mediano-ventral percorre o contorno da barriga.

O corpo é uniformemente castanho a castanho-escuro, a ponta das peitorais e das pélvicas preta, e as margens da segunda dorsal e da anal brancas em alguns indivíduos.

Treze a quinze espinhos dorsais, quinze a dezoito raios moles, quinze a dezoito raios na anal, trinta e duas vértebras.

A água de que precisa

A espécie costuma se manter sobre a plataforma continental, às vezes em águas oceânicas até oitocentos metros.

Geralmente é solitária ou aos pares, perto do fundo, e migra para longe, mar afora. É pelágica.

Ali vive de peixes, crustáceos e lulas, sozinha ou aos pares, perto do fundo. É uma carnívora de águas profundas que sobe pouco e migra para longe, mar afora.

Áreas

  • Fossas profundas em alto mar
  • Paredões rochosos batiais
  • Cânions submarinos
  • Águas abertas profundas

Técnicas

  • Pesca noturna em grande profundidade
  • Espinhel de fundo
  • Jigging profundo pesado
  • Linha de fundo com isca viva

Iscas naturais e artificiais

  • Lula inteira
  • Isca viva pelágica
  • Jig pesado brilhante
  • Tira de cavalinha

Como pescá-lo

Um apetrecho tradicional merece ser citado: o anzol de madeira "palu", ou anzol para Ruvettus, usado para essa espécie no Pacífico centro-sul. É um dos raros casos em que uma técnica de pesca foi concebida para um único peixe, e é antiga.

A espécie se pesca fundo, perto do leito, sobre um peixe isolado ou aos pares — sem cardume para interceptar.

Um aviso se impõe sobre o consumo, e ele é explícito na fonte, que o repete duas vezes e em dois termos diferentes. A carne é muito oleosa e tem propriedades purgativas se consumida em grande quantidade; e a categoria dos perigos para o ser humano traz, sem mais detalhes, a menção "tóxico ao consumo".

A documentação não diz qual das duas formulações é a correta, nem por qual mecanismo — e é melhor transmitir as duas tais como estão do que decidir no lugar do leitor. O que se aplica à venda ou à conservação de uma captura cabe à autoridade competente.

O tamanho corrente é de cento e cinquenta centímetros.

Regulamentação

Consultar a regulamentação local vigente (tamanho mínimo legal, períodos de defeso, cotas).

Apenas para orientação. Tamanhos legais, cotas e épocas de pesca variam conforme o local e a temporada: verifique sempre a regulamentação local vigente antes de pescar.

Outros nomes

Rouvet ou escolier em francês. Oilfish em inglês — nome que resume exatamente o problema. É regularmente vendido sob nomes lisonjeiros, às vezes como "manteiga do mar", ou confundido com o escolar-negro, o que é a origem da maioria das intoxicações alimentares relatadas.

Fontes: api.gbif.org

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